Te amo, Mãe!

Eliane Ramos

Aprendam a ser mulheres, tenham a coragem e o valor necessários para saberem se conter, para saberem se conduzir na vida, porque a mulher muito pode fazer em prol da humanidade. Clássicos do Racionalismo Cristão.

Mãe

Mulher que às vezes sente medo de errar!
Mas quando erra, quase sempre é tentando acertar!

Mãe!

Mulher que sempre sonha toda sua vida, luta para dar o melhor a sua prole e quando vê os caminhos tomarem outro rumo sofre!
Chora!
Morre aos pouco, mas nunca deixa de amar e de acreditar até o ultimo sopro de sua vida na recuperação de um filho querido(a) e amado(a), nutrindo em seu espírito a mais pura expressão do mesmo amor com que gerou e criou.

Mãe!

Aquela que não vê defeito, pois seu amor é maior que todos os erros, mas nem assim ela deixa de educar!
Preparando com pulso forte o(a) filho(a) para os olhos do mundo, pois à seus olhos ela sempre há de amar!

Mãe!

Acorda sonhando!
Sonha acordada!
Com o melhor para o filho (a)
Sem nunca lhe pedir nada!

Apenas que tenhamos cautela, nos dá o que melhor tem nela, nos faz crescer com dignidade e valor.

Mãe!

Três letrinhas com a força de uma enciclopédia! Nome pequeno, mas de uma imensidão que nos cala a alma e nos faz meditar.
O silêncio expressivo que às vezes traz em seu rosto, tem nome e endereço se chama filhos e filhas e a felicidade que cada um possa conquistar.

Mãe!

A aquela que dá a vida! A figura mediadora, manifesta seu amor pela comunicação e segurança.
Resgata a autoconfiança, ensina que a união faz a força, une sempre com amor, pelo amor.

Mãe!

Mulher que nunca morre, pois vive em tudo que dela aprendemos e colocamos em prática em nosso dia a dia!

Mãe!

Rainha imortal na alma de todo mortal!
Para o filho nunca haverá outra igual!

Amor que dura para eternidade, pois este amor é o mais puro e verdadeiro que o ser humano já pode sentir!
Por esta mulher que nos deu a vida, que nos cura com carinho nossas feridas e consegue nos fazer sempre sorrir!

Mãe!

Dentro de tantos e tantos conceitos, nem sei o que dizer direito!
Apenas digo:
Te amo minha Mãe!

Petrópolis RJ, fevereiro 2010

 

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