
Regras de bem
viver 18
Caruso Samel
Como ser bem sucedido 2 -18
- Procurarei seguir o exemplo das criaturas de maior sucesso e que aprenderam a usar
melhor os seus talentos (sua força interior) e conhecimentos adquiridos através da dura
luta pela vida.
- Saberei usar o meu livre-arbítrio e aplicar o meu direito de fazer escolhas, bem como
procurarei usar a leitura e a memória para acumular conhecimentos e criar, com esse
cabedal, novas situações favoráveis.
- Jamais culparei outra pessoa, senão eu próprio, se deixar passar certas oportunidades
e me recusar a capitalizar o vasto cabedal de minhas experiências anteriores.
- Adotarei sempre uma atitude positiva e abrangente, pois sei que todas as criaturas
estão direta ou indiretamente muito relacionadas entre si, num sentido consciente e
universal.
- Sei muito bem que a vida é flexível e adaptável e que deve ser sentida, vivida e
exprimida com sabedoria através da experiência que acumulei e que me serve, muitas
vezes, mais do que o dinheiro.
- Sei, também, que toda vez que eu conquistar alguma coisa na vida estarei
automaticamente ajudando outras criaturas a conquistarem a mesma coisa, se eu puder servir
de bom exemplo e incentivo.
- Sei, ainda, que, assim como o corpo alimenta-se de comida, a mente alimenta-se de
idéias, intuições, boas leituras e experiências acumuladas; por isso, considero muito
importante, para alcançar o sucesso, aprender como assimilar as experiências que tenho
tido e aplicá-las, com proveito, nas atividades futuras.
- Aprenderei a prestar atenção, ficando sempre alerta ao que estiver fazendo para não
cometer erros; no entanto, se algum erro acontecer, procurarei corrigi-lo e tirar vantagem
imediata dele, como lição de vida.
- Sei que muitas vezes pode sobrevir um infortúnio ou posso cair em uma enrascada; nestes
casos, procurarei, antes de tudo, pensar corretamente para detectar a(s) causa(s) e poder
adotar solução adequada para sair dela, imperturbavelmente.
- Saberei sempre mudar as coisas que eu posso mudar e aceitar as que eu não posso; assim,
nas tragédias resultantes da atuação de terceiros, por negligência, imperícia ou
mesmo quando atingido pela maldade das criaturas, jamais me vingarei, pois sei que a
vingança nada cria e me destruiria, em pouco tempo. Não vingar é uma forma de triunfo!
- Aceitarei as tragédias causadas pela ação da natureza, como enchentes, desabamentos,
terremotos, tempestades etc., mas é certo, também, que lutarei com todas as minhas
forças para ajudar e servir outras criaturas necessitadas a reconstruírem as suas vidas
com ânimo e entusiasmo, sendo com elas solidário.
- Lembrarei sempre que nenhuma situação trágica é demasiadamente difícil de vencer,
se eu tentar vencê-la completamente, pois sei que tenho forças suficientes para vencer
qualquer situação de apuros.
- Reconheço que a vida é um panorama de coisas em constante transformação ou
mutação, dentro, fora e ao redor de mim mesmo; por isso, é necessário estar sempre me
ajustando à realidade do momento, flexibilizando as minhas atitudes em todos os níveis
de meu ser seja físico (saúde), mental e espiritual.
- Sei que a lei de causa e efeito e seus numerosos desdobramentos operam inexoravelmente
em minha vida, bem como na de todas as criaturas; por isso, jamais poderei fugir à
contínua e infindável correlação de forças causadoras deflagradas pelos meus
próprios pensamentos errados ou certos.
- Sei que para resolver inteligentemente os meus problemas o segredo é enfrentá-los um a
um, passo a passo, para o que dedicarei tempo e talento suficientes a cada um.
- Procurarei ficar isento de sentimentos de ressentimento e lamentação, e darei menor
peso aos resultados econômicos que ao meu bem-estar físico e mental, que coloco acima de
tudo.
- Enfim, esforçar-me-ei para manter meus bons sentimentos sob controle o tempo todo, por
mais emocionantes e provocantes que sejam as circunstâncias, conservando a paciência e a
calma, porque sei que não poderei me conduzir apropriadamente, a menos que assim proceda.
Portanto, não sairei das estribeiras, qualquer que seja a provocação.
A Razão, Outubro/2001, p. 9
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